O avanço dos veículos eletrificados no Brasil em 2025 consolidou uma mudan...
As vendas de veículos eletrificados no Brasil ganharam tração em 2025 e, com o avanço dos híbridos e dos elétricos puros, o segmento passou a ocupar espaço real nas ruas, garagens residenciais e frotas corporativas, impulsionado por preços mais competitivos, incentivos regionais e a expansão gradual da infraestrutura de recarga.
O que antes era visto como uma aposta distante começa, agora, a disputar atenção diretamente com os modelos a combustão, enquanto os híbridos surgem como alternativa de transição para quem busca economia de combustível e redução de emissões sem depender exclusivamente de pontos de recarga.
Como o mercado chegou a esse ritmo em 2025
Os números de emplacamentos ao longo de 2025 mostram uma mudança clara de patamar. A soma de elétricos puros e híbridos plug-in já supera com folga as 8 mil unidades mensais, um volume inédito para o mercado brasileiro. Esse avanço é resultado da combinação de três fatores principais: maior diversidade de modelos, políticas de incentivo em alguns estados, como isenção ou redução de IPVA, e o crescimento da rede de recarga em rodovias, shoppings, estacionamentos e condomínios.
Com isso, o carro elétrico passou a ser visto como viável para o uso urbano cotidiano e, em alguns casos, até para viagens de média distância, desde que bem planejadas.
Marcas que lideram a eletrificação no Brasil
O ranking de preferência dos brasileiros em 2025 deixa claro o protagonismo das marcas chinesas, com destaque absoluto para a BYD. A fabricante consolidou sua liderança entre os veículos 100% elétricos ao oferecer uma linha ampla, que vai de compactos urbanos a sedãs e SUVs médios, aliando preço competitivo e rápida expansão da rede de concessionárias.
1. BYD Dolphin Mini – 2.432 unidades
Preço: R$ 115.800
Autonomia: 280 km (Inmetro)
Destaques: Compacto urbano, seis airbags, central multimídia de 10,1”, ideal para cidades.
2. BYD Dolphin – 824 unidades
Preço: R$ 149.800
Autonomia: 405 km (Inmetro)
Destaques: SUV compacto com faróis LED, controle de cruzeiro e espaço interno generoso.
3. Volvo EX30 – 368 unidades
Preço: R$ 219.950
Autonomia: 480 km (WLTP)
Destaques: SUV premium, 5 estrelas no Euro NCAP, acabamento sofisticado.
4. BYD Seal – ~300 unidades (estimado)
Preço: R$ 269.900
Autonomia: 520 km (WLTP)
Destaques: Sedã esportivo, 0 a 100 km/h em 3,8 segundos, design futurista.
5. GWM Ora 03 – ~250 unidades (estimado)
Preço: R$ 150.000
Autonomia: 420 km (Inmetro)
Destaques: Hatch com estilo retrô, teto solar, versões Skin e GT.
6. JAC E-JS1 – ~200 unidades (estimado)
Preço: R$ 126.900
Autonomia: 300 km (Inmetro)
Destaques: Compacto econômico, bateria de 30 kWh, ideal para uso diário.
7. Renault Kwid E-Tech – ~180 unidades (estimado)
Preço: R$ 99.990
Autonomia: 265 km (Inmetro)
Destaques: O mais acessível, perfeito para orçamentos limitados.
8. Peugeot e-2008 – ~150 unidades (estimado)
Preço: R$ 199.990
Autonomia: 320 km (WLTP)
Destaques: SUV com motor de 136 cv, design moderno e ágil.
9. Volvo EX40 – ~140 unidades (estimado)
Preço: R$ 309.950
Autonomia: 475 km (WLTP)
Destaques: Sucessor do XC40, combina luxo e tecnologia.
10. BMW iX1 – ~130 unidades (estimado)
Preço: R$ 339.950
Autonomia: 440 km (WLTP)
Destaques: SUV premium com piloto automático adaptativo, ideal para conforto.
Desempenho e experiência ao volante
No quesito desempenho, os carros elétricos mudaram o padrão de resposta ao acelerador. O torque imediato garante arrancadas rápidas mesmo em modelos compactos, enquanto SUVs elétricos médios já oferecem desempenho confortável para ultrapassagens e viagens rodoviárias.
Os híbridos, por sua vez, atraem quem ainda valoriza o motor a combustão, mas quer mais eficiência. Modelos como Corolla e Corolla Cross híbridos reduzem significativamente o consumo no trânsito urbano, enquanto híbridos plug-in de BYD e GWM combinam potência elevada com autonomia elétrica suficiente para o uso diário.
Custos de uso e manutenção em 2025
Na análise financeira, o custo por quilômetro rodado segue como um dos principais atrativos dos elétricos. A recarga residencial, especialmente fora do horário de pico, costuma ser significativamente mais barata do que o uso de gasolina. Já os híbridos se destacam por reduzir o consumo sem exigir infraestrutura dedicada de recarga.
Alguns pontos seguem como decisivos na escolha:
Custo de uso: elétricos têm menor gasto por quilômetro; híbridos reduzem consumo em trajetos urbanos.
Manutenção: elétricos possuem menos componentes mecânicos sujeitos a desgaste.
Baterias: garantias mais longas ajudam a mitigar o receio quanto à durabilidade.
Tributos: incentivos estaduais, como IPVA reduzido ou isento, pesam no custo total.
Infraestrutura: apesar do avanço, ainda exige planejamento em viagens longas.
Tendências que devem orientar a escolha
O cenário de 2025 mostra que a eletrificação no Brasil não seguirá um único caminho. Grandes centros urbanos concentram maior adoção de elétricos puros, especialmente entre motoristas urbanos e frotas de aplicativos. Já regiões com forte presença do etanol tendem a favorecer os híbridos flex como solução intermediária.
A tendência é ver cada vez mais elétricos compactos, SUVs híbridos plug-in e veículos comerciais eletrificados circulando nas cidades. Avaliar o perfil de uso, a quilometragem mensal e o acesso à recarga tornou-se essencial para uma escolha acertada.
Em 2025, carros elétricos e híbridos deixaram de ser promessa e passaram a ser opção concreta no mercado brasileiro. Para quem acompanha essa transformação de perto, entender custos, infraestrutura e hábitos de uso é o caminho para aproveitar melhor essa nova fase da mobilidade no país.
Com informações de Olhar Digital.
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